Aprovada na cidade, na terra e na estrada: é ágil, fácil de manobrar, anda bem e não é gastadeira
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A nova Honda XL750 Transalp é moto apta para o uso diário na cidade (ágil e fácil de manobrar), andamos nas avenidas e nas ruas do Centro de BH por uma semana, e foi facil de tocar a moto. Excelente na estrada (viajamos por BRs e estradas estaudais mais estreitas), por conta do motor esportivo, muito esperto, e da ciclística fantástica. A Transalp vai muito bem na terra, mesmo para um piloto comum, como eu, pois o modo de pilotagem Gravel doma o motor e a suspensão faz o resto…
A trail XL750 Transalp é uma nova moto (só carrega o nome da antiga Transalp, de motor V2 de 700 cc), é quase uma versão menor da “Africa Twin 1100” mas, mais leve e adequada, também, ao uso diário, na cidade, com ótima manobrabilidade e agilidade, para poder andar no corredor, se precisar. Dotada de um motor esportivo bicilíndrico com refrigeração líquida, o mesmo da Hornet (acelera firme, rápido e sem trancos – caixa de marcha muito bem-acertada) com refrigeração líquida.
Provida de suspensão dianteira Showa SFF-CA (Separate Function Fork-Cartridge) invertida de 43 mm, que absorve as imperfeições da pista com eficiência, pois é muito bem-calibrada, oferece conforto no trânsito urbano brasileiro (semi-trilha nos nossos buracos e depressões de pistas urbanas) e boa desenvoltura em estradas ruins de terra onde andamos com tranquilidade mesmo com chuva que tomamos – Mas se o condutor for um bom piloto, aí a moto tem o que se precisa.
Vai muito bem nas ruas
Na cidade, em baixas rotações, o motor e caixa trabalham em sintonia fina, quase não se usa a embreagem e não acontecem trancos na aceleração. Já na estrada, a moto está “em casa”, boa estabilidade, excelente nas curvas e, se precisar acelerar de súbito, não é uma Africa Twin, mas o motor bicilíndrico é vigoroso e eficiente, respondendo rápido (além do que eu esperava) com segurança nas retomadas e, precisando, ao baixar uma marcha, a moto segue rápido, nas ultrapassagens que ficam supertranquilas.
Apta para acelerar forte
Mas se deseja pilotar com um pouco mais de adrenalina…
Pode sim. A suspensão age bem nas curvas e o motor da Transalp 750, após os 6.000 rpm, eu diria que, explode, mesmo com apenas 69 cv. Não precisa mais que isso para viajar tranquilo e seguro, aproveitando a paisagem, seja na terra ou no asfalto, e ter o motor ali pronto para acelerar rápido, com tranquilidade, para fugir de uma situação de risco ou apenas sentir o vento no rosto, a liberdade…
Ágil e fácil de controlar
A nova Transalp 750 é ágil e prazerosa de pilotar, tem manobrabilidade excelente e estabilidade muito boa; a moto fica na mão em todo tipo de estrada. Com peso pouco acima de uma NX 500, ela é fácil de guiar em osbstáculos como, entre carros ou em estradas ruins de terra, onde se tem que, às vezes, “fazer o caminho” para evitar buracos ou erosões.
Tecnologia na mão
O modelo trail Honda é dotado de tecnologia de ponta garantindo pilotagem de acordo com o gosto do piloto com muita segurança. Os seis modos de entrega de potência do motor são ótimos para se adaptar aos tipos de pisos da estrada e a ecolha e a capacidade de piloto – o comando fica no punho esquerdo, fácil de alterar. Destaco os dois melhores: o Rain, para piso molhado, que deixa a moto mais estável, mesmo exagerando no acelerador, uma vez que a entrega de potência é moderada na roda; e o modo Gravel, para piso de terra, que ajuda no controle da moto, mesmo com chuva, proporcionando uma pilotagem segura até com garupa – e há a opção de desligar o ABS traseiro, para quem quer mais esportividade e controle no off-road.
Painel muito visível todo o tempo
O painel TTF da Transalp tem bom tamanho de tela e uma iluminação que se mostra muito fácil de ler em qualquer momento do dia e da noite, mesmo sob chuva. Um comando, no punho esquerdo, facilita a nossa vida, e muda o modo de visualizações e as informações da tela, sem precisar parar.
A nova Trail 750 é dotada de uma moderna Iluminação. Farol eficiente, luzes de setas desligam sozinhas, por meio de sensores, e o pisca alerta de emergência, que acende automaticamente, se houver parada brusca ao usar os freios, numa situação de risco. Maior segurança.
Os freios a disco nas duas rodas são bons e atendem muito bem, oferecendo muita segurança nas emergências, sem alterar a ciclística da moto, sendo ABS nas duas rodas com a opção de desligar o ABS traseiro
Bolha eficiente
Um destaque no modelo da Honda 750, além do moderno e esperto motor, é a bolha aerodinâmica, eficiente em desviar o vento e muito boa protetora para chuvas mais leves – a gente não molha, exceto os pés, obviamente.
Protetores do motor, da carenagem e do punho no guidão, dão tranquilidade
Há os senões do modelo
O modelo poderia ter um banco um pouco mais confortável e rodas com pneus sem câmara para maior segurança e tranquilidade.
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Veja mais sobre a moto na matéria do lançamento do modelo:
Indico e recomendo essa Honda Transalp 750. Atende muito bem como moto única, para uso diário na cidade (usei pra ir ao supermercado e o corre corre do dia a dia) , e, na estrada sem passar aperto nas ultrapassagens e, sendo piloto de off-road, pode até fazer uma trilha leve. Se for acompanhar um comboio de motos maiores não terá problemas, pois o motor não deixa de cumprir o seu papel; na minha opinião não há necessidade de moto maior, pois além de ter um porte que impoe, a ciclistica/suspensão excelentes e a desenvoltura do motor não deixam a desejar também para viagens de longa distância.
Lembrando, aos leitores, que não sou piloto de testes; um piloto profissional poderá usufruir muito mais dessa excelente moto e extrair tudo que ela pode oferecer, eu, Jacaré, testei como um usuário comum, com garupa, sem garupa, no trânsito urbano, a maioria do tempo e, na estrada de asfalto, e num trecho de terra de 13 km, em dia de chuva também.
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Dados técnicos Honda Transalp 750
Motor de 2 cilindros paralelos, 4 tempos, 755 cc, comando OHC (Unicam) de 8 válvulas, refrigeração líquida e injeção eletrônica PGM-FI a gasolina
Potência máxima: 69 cv a 7.000 rpm.
Torque máximo: 7,0 kgfm a 7.000 rpm.
Câmbio: 6 marchas com embreagem assistida e deslizante (slipper).
Transmissão: corrente
Chassi tubular de aço tipo Diamond com sub-chassi integrado, de apenas 18,3 kg
Modos de Condução: 6 modos (Standard, Sport, Rain, Gravel e 2 personalizáveis User).
Painel: tela TFT colorida de 5 polegadas.
Segurança: Controle de tração ajustável e ABS de dois canais (opção de desativar na roda traseira).
Suspensão dianteira Invertida Showa SFF-CA™, Ø 43 mm
Suspensão traseira monoamortecida com ajuste na pré-carga Pro-Link regulável em sete níveis
Tanque de gasolina: 16,9 litros.
Peso (cheio): 210 kg.
Preço sugerido, base em São Paulo R$ 66 mil, sem frete.
MODOS DE POTÊNCIA
STANDARD: Ajuste para uso urbano, com Potência (P) nível 3, freio-motor (EB) em nível 2, HSTC (T) em nível 3 e ABS On Road
RAIN: Para pisos de baixa aderência. Nível 1 de potência (P), freio-motor (EB) em nível 2, HSTC (T) em nível 5 e ABS On Road.
SPORT: Desempenho máximo com entrega de potência (P) em nível 4, HSTC (T) e freio-motor (EB) em nível 1, e ABS On Road.
GRAVEL: Para uso em off-road. Nível 2 de potência (P), freio-motor (EB) em nível 3, HSTC (T) em nível 4 e ABS Off Road
USER 1 e 2: Consentem ao piloto a personalização dos níveis de potência (P) e freio-motor (EB), o sistema HSTC (T), e é a única seleção a consentir a desativação da atuação do sistema ABS na roda traseira.
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Agradecemos a Honda Motos do Brasil por , gentilmente, nos emprestar o modelo para esse teste do Jacaremoto e a By Moto Dream, BH por entregar a moto abastecida @bymotodream
Motopasseando no BH Motopoint
Levei materiais pra o churrasco 0800 do BH Motopoint